Corram!
Não era proposta minhsa ser tão político.
Corram, estejam a curar-me!
De repente tornei-me um velho
Diante do espelho
Senil, de sessenta séculos ou mais
Da idade da pedra Lascada
Pensei comigo mesmo e com meus netos: o homem é sádico
E nem poesia pura prende o cara
Por assim decretar meu óbito
morri, e as flores já não interessam mais
Sobre meu túmulo
Explode em dança outros carnavais
Ora, desafio qualquer um a provar que o Rasilb não seja a Proinicia da coerência:
I: O Presidente da Res Púbica, antigo grande chamador do Presidente do Sem nada de Ladrão, vem defendendo para o mesmo tratamento diferenciado.
Mesmo que a Velha Raposa política, dona do Maconhão, mande e desmande secretamente na casa do Povo, vendo bem de longe, lá no horizonte, o liame da legalidade.
afinal, não se pode faltar com o respeito com quem tem mais de 50 anos de vida política.
II: O Presidente da Assemélia Legistrativa do Phiauhy ficou doente de morte, tempos atrás, e jurou a uma que dizem ser santa que se fosse curado pela milagreira e cara medicina privada da capital, ergueria uma capela.
Curado milagrosa e financeiramente, ergueu-as (a capela e a santa) na própria Assemélia.
Com o dinheiro do Povo.
III: O Povo, eterno chamador dos politiqueiros do Rasilb (nessa província não há políticos) de velhacos e ladrões, sempre e de novo os elegem alegremente, quem sabe, até para um terceiro mandato.
E depois os execram novamente.
E depois os elegem novamente.
Aliás Duda para pré-sidente.
Vôo 447, destino Paris.
Trgédia, o avião partiu-se.
Corpos encontrados à deriva, postos ao império do tempo, sem se deixar identificar.
Todos comovem-se.
Proposta PEC do terceiro mandato lulista, por um chamado Jackson Barreto.
Quase duzentas assinaturas, dos representantes do povo.
Comovente, mas ninguém se comove.
Por que ninguém se comove com a democracia?
Sou partidário dos que acham que o ato de escrever é doloroso.
Pois bem, nesses dias estou a curar-me.
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